06/01/2010

A Moreninha


A Moreninha foi uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo e exibida de 20 de outubro de 1975 a 5 de fevereiro de 1976. Foi escrita por Marcos Rey e dirigida por Herval Rossano. Foi um dos maiores sucessos da dupla Herval Rossano e Nívea Maria, casal na vida real e que dominou a teledramaturgia do horário das 18 hs. da televisão brasileira à época. Foi a primeira novela das seis da Rede Globo produzida em cores.

























































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































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Elenco
Nívea Maria - Carolina
Mário Cardoso - Augusto
Eduardo Tornaghi - Leopoldo
Marco Nanini - Felipe
Roberto Bolant - Fabrício
Carmem Monegal - Quininha
Maria Cristina Nunes - Clementina
Célia Biar - Violante
Jayme Barcellos - João Baia
Haroldo de Oliveira - Simão
Rogério Fróes - André
Henriqueta Brieba - Donana
Magalhães Graça - Gustavo (Belo Senhor)
Ana Ariel - Dona Lalá
Natália do Vale - Mademoiselle Aimée
Monique Lafond - Marina
Tessy Calado - Joana
Beatriz Lyra - Luísa
Sérgio de Oliveira - Kleberc
Léa Garcia - Duda
Marcus Toledo - Jerônimo
Luís Orioni - Juca
Sidney Marques - Tobias
Paulo Matosinho - Benjamin
Antônio Pompeo - Rafael
Fonte:Wikipedia

05/01/2010

Marron Glace



Marron Glacé foi uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo e exibida de agosto de 1979 a fevereiro de 1980 às 19h, contou com 179 capítulos. Escrita por Cassiano Gabus Mendes e dirigida por Gracindo Júnior, Gonzaga Blota, Sérgio Mattar e Walter Campos.





















































































































































































































































































































































































































































































































































































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Trama
A novela mostrava o dia-a-dia do grupo de garçons do buffet Marron Glacê, de propriedade de Madame Clô, e as histórias de cada um deles: Oscar, garçom solitário que vive com duas velhinhas: Dona Beá e Dona Angelina, e renegado pelo filho Luís César;

Nestor, que divide um apartamento com Zina e Luís César, o filho de Oscar;

Juliano, garçom que tem ataques de ciúmes, casado com a provocante Shirley;

Otávio, que se emprega como garçom para se infiltrar na empresa. Otávio acredita que a família de Madame Clô foi a responsável pela miséria de seu pai anos atrás. O que ele não esperava era que a sua vingança arquitetada se tornasse um amor verdadeiro por Vanessa, uma das filhas de Madame Clô.

Valdomiro, maître, que, com sua mania de absoluta perfeição, é um dos responsáveis pela boa fama e reputação do buffet.

Elenco
Yara Côrtes.... Madame Clô (Clotilde)
Paulo Figueiredo.... Otávio
Sura Berditchevsky.... Vanessa
Louise Cardoso.... Vânia
Lima Duarte.... Oscar
Tereza Rachel.... Lola
Ary Fontoura.... Ernani
Lady Francisco.... Eleonora
Mila Moreira.... Érika
Armando Bogus.... Nestor
Laerte Morrone.... Waldomiro
Ricardo Blat.... Juliano
Myrian Rios.... Shirley
João Carlos Barroso.... Luís César
Denise Dumont.... Andréa
Nair Cristina.... Zina
Dirce Migliaccio.... dona Angelina
Ema D'Ávila… dona Beá
Jorge Botelho.... Fábio Carlos
Roberto Faissal.... Cícero
Rosita Thomaz Lopes.... Leila
Maria Alves… Deise (Bizuca)
Nestor de Montemar.... Pierre
Chica Xavier.... Filó
Vanusa.... Stella

Fonte:Wikipedia

Marina


Marina é uma telenovela brasileira produzida e exibida no horário das 18 horas pela Rede Globo em 1980. Escrita por Wilson Aguiar Filho, baseado no romance Marina Marina de Carlos Heitor Cony e Sulema Mendes, com direção geral de Herval Rossano, teve 143 capítulos.


































































































































































































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Sinopse
Estevão, um famoso escritor, decide abandonar tudo e vai viver numa ilha com a filha Marina. Criada em liberdade e em contato com a natureza, a menina tem como maior companheiro o jovem pescador Tonho. Preocupado com a educação da filha, ele decide mandá-la para a casa dos padrinhos, no Rio de Janeiro. Na escola, Marina faz amizade com uma menina negra que enfrenta preconceito. Marina também sofre preconceito dos colegas do colégio e perseguição de Vera, ex-namorada de Marcelo, que se apaixona por ela.

Elenco
Denise Dumont.... Marina
Lauro Corona.... Marcelo
Glauce Graieb.... Marlene
Carlos Zara.... Estevão
Élida L'Astorina.... Vera
Norma Blum.... Sônia
Oswaldo Loureiro.... Carlos Eduardo
Beth Goulart.... Fernanda
Beatriz Lyra.... Anita
Antônio Patiño.... Otávio
Milton Moraes.... Mário
Suely Franco.... Donana
Edson Celulari.... Ivan
Fábio Junqueira.... Sérgio
Zaira Zambelli.... Maria
Castro Gonzaga.... João
Monique Curi.... Soninha
Léa Garcia.... Leila
Célia Biar.... Rita
Íris Nascimento.... Lelena
Mônica Torres
Lúcia Veríssimo.... Ana
Lourdes Mayer.... Felícia
Ankito.... Pirulito
Germano Filho.... Aluísio
Ísis Koschdoski
Tetê Pritzel
Haroldo Botta....Luiz
Fábio Massimo
Maria Pompeu....Matilde
Roberto de Cleto

Fonte:Wikipedia

O Bofe

O Bofe é uma telenovela brasileira, produzida pela Rede Globo e exibida entre 19 de julho de 1972 e 23 de janeiro de 1973, às 22 horas. Escrita por Bráulio Pedroso (substituído por Lauro César Muniz), dirigida por Lima Duarte, com supervisão de Daniel Filho. Teve 143 capítulos. Foi produzida em preto-e-branco.































































































































































































































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Sinopse
A telenovela apresentava vários personagens e tipos caricatos: uma viúva que saía do subúrbio para paquerar um mecânico de automóvel, também viúvo, em Copacabana; um artista plástico que, descoberto por um marchand, tornava-se um sucesso; uma dama da sociedade que fazia parte do júri de programa de auditório popular; um hippie contestador que destruía apartamentos de pessoas ricas; uma mulher carola que se apaixonava por um falso padre de olho na sua fortuna; uma macumbeira; e uma velha que se embebedava com xarope e sonhava com um príncipe trapezista.

Elenco
Jardel Filho - Dorival
Cláudio Marzo - Dimitrius (Grego)
Ziembinski - Stanislava Grotowiska
Betty Faria - Guiomar
Cláudio Cavalcanti - Maneco
Zilka Salaberry - Carlota
Ilka Soares - Suzana Leopoldina
Milton Moraes - Marreta
José Wilker - Bandeira
Paulo Villaça - Dr. Paulo
Renée de Vielmond - Débora
Eloísa Mafalda - Gonzaguinha
Suzana Vieira - Marilena
Elizângela - Sandra
José Lewgoy - Barão
Míriam Pires - Consuelo
Margot Baird - Margot

Scheila Carvalho está grávida


Scheila Carvalho está grávida. Feliz da vida, ela anunciou a boa nova no Twitter. "Gente, eu estava louca para dar essa notícia a você, mas tive que segurar minha língua - com muito sacrifício - para resguardá-lo! Estou grávida!", escreveu.
Scheila Carvalho está grávida de três meses.


Ela agradeceu o apoio dos fãs e confessou estar "emocionada com tanto carinho" e "chorando de felicidade".



Scheila Carvalho teve um bebê em novembro de 2007, mas ele veio a falecer dois meses depois por insuficiência renal. Essa é a segunda gestação da morena do Tchan.

Homenagem á Lauro Corona

Pedido do Bernardo em Homenagem á Lauro Corona...(Memorial)





































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































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Lauro Corona (Rio de Janeiro, 6 de julho de 1957 — Rio de Janeiro, 20 de julho de 1989) foi um ator brasileiro.

Biografia
Nascido na classe média carioca, começou a trabalhar aos 16 anos como vendedor na butique da mãe. Um ano depois, partiu para a carreira de modelo e fez os primeiros filmes publicitários: propaganda para a Coca-Cola e o Bob's, e chamou a atenção do diretor Marcos de Sá.

Ao atuar na peça infantil Simbad, o Marujo, no Rio de Janeiro, foi descoberto pelos diretores e atores Ziembinski e Paulo José, que o convidaram para participar do especial de televisão Ciranda, Cirandinha.

A partir daí, participou de diversas telenovelas e filmes, tendo se destacado, inicialmente, em Dancin' Days (1978), de Gilberto Braga, em que era par da personagem de Glória Pires. Foi também presença de destaque em Marina, Baila Comigo, Elas por Elas, Louco Amor, Corpo a Corpo e Direito de Amar.

Estreou no cinema em O Sonho não Acabou, em 1982, e dois anos depois fez Bete Balanço, como par romântico da personagem de Débora Bloch.

Também alcançou algum sucesso como cantor e apresentador do programa Globo de Ouro, nos anos 80. Algumas das músicas são Não vivo sem meu rock, O Céu por um beijo e Tem que provar.

A última telenovela foi Vida Nova, de 1988, no papel de um imigrante português que namorava uma judia brasileira, interpretada por Deborah Evelyn.

Foi uma das primeiras personalidades brasileiras a morrer de complicações decorrentes do vírus da AIDS. O personagem na telenovela Vida Nova teve um final apressado, com uma viagem para Israel, por causa da doença do ator. A última cena mostrava um carro preto partindo numa noite chuvosa, ao som de um poema de Fernando Pessoa, declamado em off pelo próprio ator.

O atestado de óbito do ator apontou como causas da morte complicações como infecção respiratória, septicemia, infecção oportunista, miocardite, insuficiência renal aguda e hemorragia digestiva alta. Em nenhum momento foi citada a palavra AIDS, o que reforçou um comportamento adotado pelo jovem galã de telenovelas da Globo e os familiares nos últimos meses de vida: o de negar veementemente a doença. Lauro Corona não comentava com os amigos que era portador do vírus e nem aceitava a condição - tratava os sintomas das doenças oportunistas com homeopatia.

Os boatos de que estaria com AIDS surgiram em janeiro de 1989, quando o ator pediu afastamento da telenovela Vida Nova, na qual era protagonista, alegando estafa. Voltou dois meses depois, muitos quilos mais magro e com uma visível queda de cabelo. Logo em seguida mudou-se para a casa dos pais, isolando-se até mesmo dos amigos. Quando o estado de saúde piorou, foi internado, mas os pais proibiram o hospital de dar qualquer informação à imprensa sobre o estado de saúde do filho.

Lauro Corona morreu depois de nove dias internado e foi enterrado no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.

Na televisão
Telenovelas
1988 - Vida Nova .... Manuel Victor
1987 - Direito de Amar .... Adriano Monserrat
1984 - Corpo a Corpo .... Rafael
1984 - Vereda Tropical .... Victor
1983 - Louco Amor .... Lipe
1982 - Elas por Elas .... Gil
1981 - Baila Comigo .... Caê
1980 - Marina .... Marcelo
1979 - Os Gigantes .... Polaco
1978 - Dancin' Days .... Beto
Minisséries
1986 - Memórias de um Gigolô .... Mariano
Outros
Teletema:
1986 - O Seqüestro de Lauro Corona .... ele mesmo
Caso especial:
1977 - Ciranda Cirandinha
Entretenimento & musicais:
1986 - Globo de Ouro .... apresentador
1983 - Cometa Loucura .... apresentador
No cinema
1984 - Bete Balanço .... Rodrigo
1982 - O Sonho Não Acabou .... Ricardo
Fonte:Wikipedia,DramaturgiaBrasileira

04/01/2010

Por Onde Anda Viane Pinheiro

Por Onde Anda Viviane Pinheiro a Paty(filha da christiane Torloni)na novela A Viagem

29/12/2009

Homenagem á Kelly Key

Homenagem á Pedido de Graziella











































































































































































































































































































































































































































































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CD

























































































































































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Kelly Key, nome artístico de Kelly de Almeida Afonso Freitas, (Rio de Janeiro, 3 de março de 1983) é uma cantora, apresentadora e atriz brasileira.
Biografia
A primeira aparição de Kelly Key na televisão aconteceu em 1999, quando apresentava o programa Samba, Pagode & Cia na Rede Globo, junto com os pagodeiros Netinho de Paula e Salgadinho. O programa que era exibido aos sábados, teve vida curtíssima devido à baixa audiência e foi extinto dois meses depois de sua estréia.

Em 2000, nasceu sua filha Suzanna (fruto de seu relacionamento com o cantor Latino). No mesmo ano, gravou seu primeiro CD, apresentado para várias gravadoras. Porém, foi a Warner Music que resolveu lançar o álbum, pois achou o material bastante comerciável.

A carreira musical de Kelly Key começa então em 2001 com o estouro de seu primeiro single Escondido. A cantora chegou ao Disco de Platina no primeiro álbum, intitulado apenas Kelly Key. Vários sucessos como Anjo, Baba, Cachorrinho, além da própria Escondido, contagiaram muitas pessoas, o que projetou a cantora nacionalmente e também internacionalmente. O mesmo CD ganhou versão em espanhol, devido ao grande sucesso na América Latina.

Em 2002, devido ao sucesso de suas canções também nas pistas de dança, foi lançado Remix Hits, que chegou ao Disco de Ouro. É uma coletânea de versões remixadas da maioria das músicas do primeiro disco. Ainda em 2002, Kelly Key posou nua, para a revista Playboy de dezembro do mesmo ano. Tudo isso em meio ao conturbado fim de seu relacionamento com Latino. Em 2003, a cantora torna-se namorada do angolano Jaime Pedro Freitas, conhecido como "Mico Freitas". No mesmo ano, lançou seu segundo disco: Do Meu Jeito, que vendeu 300 mil cópias. Em 2004, casou-se com Mico Freitas. No mesmo ano, ficou grávida do seu segundo filho Jaime Vítor. Ainda em 2004, gravou um CD e um DVD ao vivo, intitulados Kelly Key - Ao Vivo, gravados no Canecão, Rio de Janeiro. Foram vendidas cerca de 50 mil cópias do CD e 70 mil do DVD.

Jaime Vitor, seu segundo filho, nasce dia 4 de fevereiro de 2005. Em maio do mesmo ano, lançou seu quinto CD, também intitulado Kelly Key. O que marcava um recomeço, vendendo cerca de 80 mil cópias. A turnê de shows desse CD foi nomeada O Filme Já Vai Começar, uma das canções do CD, que lançou sucessos como Sou a Barbie Girl (versão de Barbie Girl, sucesso da banda dinamarquesa Aqua). Em 2006, mais um CD: Por Que Não?. E mais um DVD: Toda Linda.

No ano de 2007, Kelly Key lança uma coletânea com seus maiores sucessos. O álbum da cantora, intitulado 100% Kelly Key, traz 15 faixas, entre essas três inéditas: Você é o Cara, Super Poderosa e Quando a Noite Cai. Este CD é o seu primeiro lançamento na Som Livre. Em 2008 lança seu mais recente CD, o segundo pela Som Livre, sendo o primeiro de inéditas, intitulado Kelly Key, novamente, e apelidado pelos fãs de "Pra Brilhar". Indecisão (uma versão do single Sometimes da cantora Pop Britney Spears) é um dos destaques do CD.

No dia 11 de setembro de 2009, Kelly Key assinou contrato com a Rede Record e inicialmente irá apresentar um quadro no programa Hoje em Dia aos domingos. Sua estréia aconteceu no dia 13 de setembro de 2009.

Em 2010, Kelly lança seu novo álbum, intitulado Studio K. É o sexto álbum em estúdio, completamente inédito da cantora Kelly Key. O álbum deverá trazer uma sonoridade diferente de seus antecessores, retomando o estilo pop americano e R&B de seu primeiro trabalho. A imagem de cantora adolescente também deverá ser apagada com o lançamento do álbum, deixando de lado as letras simples e com duplo sentido, uma vez que o trabalho será mais voltado ao público jovem e adulto.

Em 07 de dezembro de 2009, Kelly Key começa a apresentar um programa na Rede Record de Televisão, cujo título é "Mestres do Ilusionismo" a ser exibido todas as segundas, após a novela Poder Paralelo, as 23h30

Álbuns De Estúdio
2001: Kelly Key
2003: Do Meu Jeito
2005: Kelly Key
2006: Por Que Não?
2008: Pra Brilhar
2010: Studio K
Álbuns Ao Vivo
2004: Kelly Key - Ao Vivo
Coletâneas
2002: Kelly Key - Remix Hits
2007: 100% Kelly Key
2009: Super 3 - Kelly Key
DVDs Ao Vivo
2004: Kelly Key - Ao Vivo
2006: Toda Linda

Por Onde Anda Flor ex Jurada de Silvio Santos






Florilndes Fernandez, nascida em São Caetano do Sul, em 4 de setembro de 1964, ela foi caloura, tele moça, jurada, cantora e apresentadora.seu primeiro com Silvio Santos, Ex-jurada do “Show de Calouros” do “Programa Sílvio Santos”, Flor fez jus ao nome em sua passagem pela Trash 80’s: simpática e bem-humorada, a agora cantora não se esquivou de nenhuma pergunta na entrevista que fizemos antes de sua apresentação. Confira abaixo:


Flor, de onde vem seu apelido?

Meu nome mesmo é Florildes. Aí, minha mãe sempre me chamou de Flor. Mas desde pequena eu sempre fui muito namoradeira e era complicado para os meninos entenderem como eu me chamava. Aí, eu já falava direto que me chamava Flor, pra ficar mais fácil. Ficou.

Você ficou conhecida como jurada do “Show de Calouros” do “Programa Sílvio Santos”. Fez algum trabalho anterior? Como iniciou sua carreira?

A primeira vez que vi o Sílvio foi quando meu avô ganhou um carro do “Baú da Felicidade”. Fiquei numa fila com ele e o Sílvio parou pra mexer comigo. Foi a primeira vez que vi aquele homem enorme, vermelho. E falei pra ele: ‘Um dia ainda vou trabalhar com você’. Era pequenininha, tinha uns seis, sete anos no máximo. Aí, comecei na TV em programas menos conhecidos e depois fiquei como caloura do “Show de Calouros” durante três anos, sem ganhar nada. Um dia, o Sílvio resolveu me pôr como jurada e deu certo, consegui finalmente trabalhar com ele.

Como jurada você sempre apoiava os calouros, mesmo que eles não fossem muito bons. Era combinado?

Na verdade, eu sempre tentava não massacrar os calouros. Mas tinha uns que o Sílvio chamava e [faz um gesto com a mão de “cortar o pescoço”]... Esses a gente tinha que criticar. Aí, valia qualquer coisa, falar que a pessoa cantava mal, que o sapato era horrível, qualquer coisa era motivo pra dar pouco dinheiro. Mas eu tentava não dar o mínimo mesmo. Tinha pena.

O Sílvio sempre dizia que você era virgem. Era mesmo? Ou era mentira?

Digamos que eu sempre serei. Porque nasci em 4 de setembro, então... Eu até era virgem no começo. O Sílvio descobriu e gostava de brincar com isso. Aí, sabe como é, descobri o amor, me apaixonei e perdi o que tinha que perder. Contei pra ele e pedi pra que não falasse mais que eu era virgem. Ele disse que ia continuar falando, que era brincadeira só. Mas quando ele falava, eu quase morria de vergonha. Ficava vermelha, queria sumir.

Há pouco tempo você causou polêmica ao afirmar que vivia de luz. Ainda é assim? Como funciona?

Na verdade, não é de luz. Vivi durante um bom tempo me alimentando de ar. Um dia, estava assistindo ao “Programa do Jô” com minha irmã e ela viu essa dieta, que é australiana . Resolvemos tentar. Deu certo. Aí, para provar que era possível, fiquei trancada quinze dias num quarto de hotel, só bebendo água e fazendo exercícios. Não é como todo mundo pensa, quem faz essa dieta também come, mas come muito menos que o “normal”, porque consegue retirar nutrientes do ar. Atualmente não faço mais a dieta. As pessoas pararam de me contratar, fiquei sem trabalho por causa disso. Aí, entre a dieta e o trabalho, óbvio que escolhi o trabalho.

Atualmente você faz shows como cantora. Como escolhe seu repertório?

Ah, eu canto de tudo um pouco. Escolho meu repertório pra que todo mundo possa cantar junto.

Como vê o revival dos anos 80? Como é se apresentar na Trash 80’s?

Eu adoro, né? Afinal, foi lá que eu comecei minha carreira. E a Trash é ótima. Preparei um repertório especial pra cantar aqui e até vou fazer umas brincadeiras e distribuir brindes para o público. A animação das pessoas, a forma como elas vibram é muito legal. Fico muito feliz em poder participar disso tudo.

28/12/2009

Homenagem ..á Fernanda Montenegro

Homenagem a Fernanda Montenegro


















































































































































































































































































































































































































































































































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Fernanda Montenegro, nome artístico de Arlette Pinheiro Esteves da Silva, (Rio de Janeiro, 16 de outubro de 1929) é uma consagrada e respeitada atriz brasileira de cinema, teatro e televisão indicada ao Oscar.

É considerada tanto pelo público como pela crítica como uma das grandes damas do teatro, TV e cinema de todos os tempos. Recentemente foi eleita a melhor atriz do Brasil. Fernanda também é torcedora do Fluminense Football Club
Iniciou sua carreira no ano de 1950, com o espetáculo "Alegres Canções nas Montanhas", ao lado daquele que seria seu marido por toda a vida, Fernando Torres.

Sua estréia em cinema se dá na produção de 1964 para a Tragédia Carioca de Nelson Rodrigues, A Falecida, sob direção de Leon Hirszman.

Além de ter sido cinco vezes agraciada com o Prêmio Molière, ter recebido três vezes o Prêmio Governador do Estado de São Paulo e de inúmeros outros prêmios em teatro e cinema, ganhou ainda o Urso de Prata de melhor atriz e concorreu ao Óscar de melhor atriz em 1999 e ao Globo de Ouro de Melhor atriz em filme dramático [1] pelo filme Central do Brasil de Walter Salles. Recebeu também vários prêmios da crítica americana, no mesmo ano (Los Angeles Film Critics Award, National Board of Review Award).

Em televisão participou de centenas de teleteatros na extinta TV Tupi de São Paulo, telenovelas na extinta TV Excelsior e na TV Rio e na Rede Record e dezenas de produções na Rede Globo.

Tem dois filhos: a atriz Fernanda Torres e o diretor Cláudio Torres, um dos sócios da Conspiração Filmes, produtora de publicidade e cinema.

Seu nascimento foi perto do bairro de Cascadura, subúrbio do Rio. Era filha de uma dona de casa (filha de sardos da localidade de Bonarcado) e de um operário, com estudos de mecânica. Fernanda cresceu neste ambiente, frequentando colégios públicos locais e o sítio dos seus avós em Jacarepaguá.

Com doze anos de idade, conclui seu primário e dedica-se a formação para o trabalho, matriculando-se no curso de secretariado Berlitz, que compreendia inglês, francês, português, estenografia e datilografia. Frequentava ainda o "curso de madureza" (espécie de supletivo) à noite, conseguindo concluir o equivalente ao ginasial em dois anos.

Aos quinze anos, porém, Fernanda, ainda no terceiro ano do curso de secretariado, inscreveu-se num concurso como locutora na Rádio Ministério da Educação e Cultura, fator que foi decisivo para a sua carreira. O concurso, chamado "Teatro da Mocidade", era voltado a despertar jovens talentos para o radialismo.

Localizada na Praça da República (Campo de Santana), a Rádio situava-se ao lado da Faculdade Nacional de Direito da UFRJ, na qual funcionava um grupo de teatro amador dos alunos da faculdade, coordenado pelo professor Adauto Filho. Ligada a Magalhães Graça e Valquíria Brangatz (também chamada artisticamente de "Neli Rodrigues"), alunos da Faculdade e colegas na Rádio, Fernanda passa a integrar o grupo de teatro, ao participar da peça "Nuestra Natascha", de Cassona. Posteriormente, foi levada pelo professor Adauto para participar de atividades no Teatro Ginástico.

Seu primeiro papel como radio-atriz foi numa obra de Cláudio Fornari, que, na época, era um autor muito importante, chamada "Sinhá Moça Chorou", na qual fez o papel da Manuela, que era uma jovem - o segundo papel feminino - que se apaixonou pelo Garibaldi. E aí foi dada a partida.

Fernanda permaneceu na Rádio por dez anos, inicialmente como locutora e depois como atriz. Foi lá que Fernanda, ao começar a escrever, adotou o pseudônimo "Fernanda Montenegro".

Paralelamente, a atriz passou a lecionar português para estrangeiros no Berlitz, curso que havia frequentado por quatro anos. Era a forma de obter alguma remuneração, já que o trabalho na Rádio nem sempre era remunerado.
Carreira:
Foi a primeira atriz contratada pela recém-criada TV Tupi do Rio de Janeiro, em 1951. Na emissora, entre 1951 e 1953, participou de cerca de 80 peças, exibidas nos programas Retrospectiva do teatro universal e Retrospectiva do teatro brasileiro. Sob a direção de Jacy Campos, Chianca de Garcia e Olavo de Barros, atuou ao lado de Paulo Porto, Heloísa Helena, Grande Otelo, Fregolente e Colé. Participou também de programas policiais escritos por Jacy Campos e Amaral Neto.

No teatro, Fernanda Montenegro ganhou o prêmio de atriz revelação da Associação Brasileira de Críticos Teatrais, em 1952, por seu trabalho nas peças Está lá fora um inspetor, de J.B. Priestley, e Loucuras do Imperador, de Paulo Magalhães. Ainda na década de 1950, fez parte da Companhia Maria Della Costa e do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC).

Entre 1953 e 1955, a atriz participou de diversos teleteatros na TV Tupi de São Paulo, apresentados no programa Grande teatro Tupi. De volta à Tupi carioca, atuou em mais de 160 peças apresentadas naquele programa de 1956 a 1965. Em 1959, formou sua própria companhia teatral, a Companhia dos Sete, com Sérgio Britto, Ítalo Rossi, Gianni Ratto, Luciana Petruccelli, Alfredo Souto de Almeida e Fernando Torres. A atriz é considerada uma das grandes damas do teatro brasileiro, tendo recebido diversos prêmios ao longo da carreira, por espetáculos como A moratória (1955), de Jorge Andrade; Nossa vida com papai (1956); Vestir os nus (1958); O mambembe (1959), com direção de Gianni Ratto; Mary, Mary (1963), dirigido por Adolfo Celi; Mirandolina (1964), de Carlo Goldoni; A mulher de todos nós] (1966), dirigida pelo marido, Fernando Torres; As lágrimas amargas de Petra von Kant (1982); Dona doida, um interlúdio (1987), entre muitas outras peças.

Em 1963, contratada pela TV Rio, atuou nas novelas Pouco amor não é amor e A morta sem espelho, ambas de Nelson Rodrigues, com direção de Fernando Torres e Sérgio Britto, respectivamente. Em 1964, fez mais duas novelas dirigidas por Sérgio Britto: Vitória e Sonho de amor, esta última uma adaptação feita por Nelson Rodrigues do romance O tronco do ipê, de José de Alencar, produzida pela TV Rio e exibida também em São Paulo pela TV Record.

Em 1965, na recém-criada TV Globo, Fernanda Montenegro participou do programa 4 no Teatro, que apresentou uma série de teleteatros sob a direção de Sérgio Britto. Em sua estréia na emissora, a atriz atuou nas peças Massacre, de Emanuel Robles, e As três faces de Eva, de Janete Clair.

No ano seguinte, na TV Tupi, interpretou a personagem Amália, na novela Calúnia, de Talma de Oliveira. Em 1967, estreou na TV Excelsior como Lisa, em Redenção, novela de Raimundo Lopes. Dirigida por Reynaldo Boury e Waldemar de Moraes, Redenção foi um grande sucesso, atingindo 596 capítulos e se tornando um marco na história das telenovelas brasileiras.

Ainda na TV Excelsior, em 1968, Fernanda Montenegro viveu a Cândida em A muralha, adaptação de Ivani Ribeiro da obra de Dinah Silveira de Queiroz. Com direção de Sérgio Britto e Gonzaga Blota, a novela foi considerada uma superprodução em sua época. Na mesma emissora, em 1969, a atriz viveu a personagem Júlia Camargo, de Sangue do meu sangue, escrita por Vicente Sesso, quando foi novamente dirigida por Sérgio Britto.

Fernanda Montenegro deixou a TV Excelsior em 1970 e manteve-se afastada da televisão durante nove anos, intervalo quebrado apenas pela realização de dois trabalhos: o teleteatro A Cotovia, de Jean Anouilh, para a TV Tupi, em 1971, e um Caso Especial da TV Globo, em 1973. Este Caso especial estrelado pela atriz era uma adaptação da tragédia Medéia, de Eurípedes, feita por Oduvaldo Vianna Filho. Levado ao ar no mesmo dia e horário da estréia do programa do Chacrinha na TV Tupi, o especial da TV Globo surpreendeu conseguindo 20 pontos de vantagem sobre o concorrente, segundo as pesquisas do Ibope.

Ainda na década de 1970, a atriz integrou o elenco da novela Cara a cara (1979), de Vicente Sesso, na TV Bandeirantes. Na trama, dirigida por Jardel Mello e Arlindo Barreto, a atriz viveu a personagem Ingrid Von Herbert, egressa de um campo de concentração nazista.

Fernanda Montenegro estreou em novelas da TV Globo em 1981, em Baila comigo, de Manoel Carlos. Sua personagem, Sílvia Toledo Fernandes, foi escrita especialmente para a atriz, que foi dirigida por Roberto Talma e Paulo Ubiratan. No mesmo ano, viveu a milionária Chica Newman de Brilhante, novela de Gilberto Braga. Na trama, Luísa (Vera Fischer) é escolhida por Chica Newman para se casar com seu filho Ignácio (Dennis Carvalho), que é homossexual. Mas a moça acaba se envolvendo com Paulo César (Tarcísio Meira), homem de origem humilde, casado com Isabel (Renée de Vielmond), filha de Chica.

Em 1983, Fernanda Montenegro protagonizou cenas hilariantes ao lado de Paulo Autran, como os primos Charlô e Otávio de Guerra dos Sexos, novela escrita por Sílvio de Abreu e dirigida por Jorge Fernando e Guel Arraes. Obrigados a conviver na mesma casa e na mesma empresa devido ao testamento de um tio, os dois empreendiam "batalhas" diárias, numa verdadeira guerra. A censura impôs mudanças em personagens, diálogos e cenas. Ainda assim, a novela foi um sucesso e recebeu diversos prêmios da Associação Paulista de Críticos de Arte, entre eles o de melhor atriz para Fernanda Montenegro.

Em 1986, a atriz participou de Cambalacho, outra comédia de Silvio de Abreu, dirigida por Jorge Fernando. Como o título sugere, o ponto de partida da trama eram os trambiques armados por Leonarda Furtado, a "Naná", personagem de Fernanda Montenegro, e Jerônimo Machado, o "Gegê", interpretado por Gianfrancesco Guarnieri.

Quatro anos depois, Fernanda Montenegro fez uma participação especial, no papel de Salomé, em Rainha da Sucata, novela de Silvio de Abreu, Alcides Nogueira e José Antônio de Souza. Ainda em 1990, interpretou a Vó Manuela na minissérie Riacho doce, de Aguinaldo Silva e Ana Maria Moretzsohn. A minissérie se passa em uma cidade do nordeste liderada por Vó Manuela, uma mulher mística e poderosa que exerce total domínio sobre seu neto Nô (Carlos Alberto Riccelli).

Em 1991, na novela O dono do mundo, de Gilberto Braga, Fernanda Montenegro foi Olga Portela, uma requintada cafetina que, apesar de picareta, conquistou a simpatia do público. Dois anos depois, apresentou uma atuação marcante como Jacutinga, a dona de um bordel no interior da Bahia, na primeira fase da novela Renascer, de Benedito Ruy Barbosa. Ainda em 1993, participou – como Madalena Moraes – da novela O mapa da mina, a última de Cassiano Gabus Mendes.

Em 1994, como Quitéria Campolargo, a atriz integrou o elenco estelar de Incidente em Antares, que reuniu nomes como Marília Pêra, Regina Duarte, Gianfrancesco Guarnieri, Paulo Goulart, Nicette Bruno, Flávio Migliaccio, Betty Faria e Diogo Vilela. A minissérie era uma adaptação de Nelson Nadotti e Charles Peixoto do livro homônimo de Érico Veríssimo.

Em seguida, em 1997, Fernanda Montenegro viveu o papel-título de Zazá, novela de Lauro César Muniz. Sua personagem é uma mulher idealista, que tenta buscar uma solução para a vida medíocre dos sete filhos, ao mesmo tempo em que enfrenta várias adversidades para fazer seu projeto de avião atômico – o BR-15 – sair do papel, e provar que não é louca quando afirma ser filha de Santos Dumont.

Em 1999, por sua atuação no filme Central do Brasil, de Walter Salles, foi a primeira artista brasileira a ser indicada para o Óscar de melhor atriz. Um ano antes, ainda por sua atuação naquele filme, recebeu o Urso de Prata do Festival de Berlim.

Ainda em 1999, a atriz fez o papel de Nossa Senhora na minissérie O Auto da Compadecida, adaptação da premiada peça de Ariano Suassuna feita por Guel Arraes, Adriana Falcão e João Falcão, e transformada em filme no ano seguinte. Em 2001, viveu a Lulu de Luxemburgo de As filhas da mãe, de Silvio de Abreu, Alcides Nogueira e Bosco Brasil.

Fernanda Montenegro participou da primeira fase de Esperança (2002), novela de Benedito Ruy Barbosa, em que fez o papel da italiana Luiza, a avó da protagonista Maria, interpretada por Priscila Fantin. Em 2005, na premiada minissérie Hoje é dia de Maria, dirigida por Luiz Fernando Carvalho, a atriz interpretou a madrasta, voltando a atuar na segunda jornada da série como Dona Cabeça, narradora da trama. Em 2006, brilhou na novela Belíssima como a vilã Bia Falcão, matriarca da família Assumpção. A trama de Silvio de Abreu prendeu a atenção dos telespectadores até o último capítulo, quando a personagem de Fernanda Montenegro, em vez de receber a esperada punição, terminou numa suíte em Paris ao lado do jovem Matheus (Cauã Reymond). Um de seus mais recentes trabalhos na TV Globo foi a minissérie Queridos amigos (2008), de Maria Adelaide Amaral, como intérprete de Iraci.

Ao longo de sua trajetória profissional, Fernanda Montenegro recebeu prêmios importantes por seus trabalhos tanto no teatro quanto no cinema. Em 1985, foi convidada pelo então presidente José Sarney para ocupar o Ministério da Cultura, mas recusou. Em 1999, foi condecorada com a maior comenda que um brasileiro pode receber do presidente da República, a Ordem Nacional do Mérito Gran Cruz, "pelo reconhecimento ao destacado trabalho nas artes cênicas brasileiras". Na época, uma exposição realizada no Museu de Arte Moderna (MAM), no Rio de Janeiro, comemorou os 50 anos de carreira da atriz. Em 2004, aos 75 anos, recebeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Tribeca, em Nova Iorque.

Entre os filmes em que atuou no cinema estão A Falecida (1964) e Eles não usam black-tie (1980), ambos de Leon Hirszman. E, mais recentemente, Olga, de Jayme Monjardim, onde interpretou Leocádia Prestes, mãe do líder comunista Luís Carlos Prestes; Redentor (2004), dirigido por seu filho, Cláudio Torres; Casa de areia (2005), filme dirigido pelo genro Andrucha Waddington, marido de sua filha, a atriz Fernanda Torres; e O amor nos tempos do cólera (Love in the time of cholera), de Mike Newell, lançado em 2007, onde fez a personagem Tránsito Ariza, mãe do personagem do ator espanhol
Javier Bardem.